Dizeres de Hoje!!!

....os seres que habitam as montanhas encontram a felicidade em algo que seres, aqui das metropoles acham ridiculo. Porem, eles teem todos os dias a honra de ver o nascer e por do sol, nos nao! Eles teem todos os dias a privacidade de um lugar belo, onde ha cachoeiras com quedas de 30m, um lugar solencioso para meditar e ler um bom livro, ou ate gritar bem alto quando necessario e ate mesmo chorar!!!! Mas, pra que chorar? as vezes isso se faz necessario minha cara... quando nos vemos a ermo de um mar sem montanhas, um mar ineblinado, uma neblina negra, torpida e tenebrosa, que sentimos calafrios so de olha-la, nos da um aperto no peito, na regiao do coracao, sentimos como se sufoca-se nossos pensamentos, nossas emoces...vindo o choro, ele nos faz gritar o mais alto possivel, expelindo todas as angustias e medos, nos deixa com as costas livres, mais leve, leve para caminhar por entre as rochas e ate sorrir.... Amo vc Carolina!!

Gentil Carolina Cândido Pereira, isto é teu horóscopo para Terça-feira 28 Julho

Escorpião, Você terá modo de identificar uma pessoa que lhe causou dano, dizendo abertamente o que pensa e afastando-a com uma atitude brusca e decidida. Você estará inalcançável, se divertirá a fazer-se perseguir pela pessoa amada, tanto depois saberá como fazer-se perdoar enchendo-a de atenções.

VENTANIA - BICHO LOKO

Quem é Ventania? Ventania, nome artístico de Wilson da Silva (Pariqüeraçu, 21 de agosto de 1962), é um cantor andarilho cuja inspiração vem do movimento hippie, dos anos 60 e 70. Atualmente mora em São Thomé das Letras. Uma das mais importantes influências musicais de Ventania é o cantor e compositor Raul Seixas, o "Raulzito", marco histórico do rock nacional e da mistura com influências "alternativas".

Símbolo da Paz

Ventania

Composição: Ventania

Louco você lembra aquele trampo que eu usava pendurado no pescoço dizendo que era um símbolo da paz, Você sabe quem me deu, foi um hippie que morreu... Hippie, diga onde está o beatnik e um dos punks e skinheads, Heavy metal, heavy darks, moicanos, bichos grilos, Gangues de pichadores apareceram Se na vida tanta idéia e seitas, crenças, gangues, Filosofias, religiões de povo doido e oposições anarquistas, Loucos sábios, débios e sonhadores Vou pegar os meus trampinhos Sabe, sou maluco de estrada Não tenho a ver com nada ,vou dar uma caminhada, Meu chinelo é de pneu Estou aqui sentado na beira da estrada Fazendo uma fogueirinha Enrolando uma palhinha Escrevendo essas linhas Vendo o caminhão passar Estou aqui sentado na beira da estrada Fazendo uma fogueirinha Enrolando uma palhinha Escrevendo essas linhas Vendo o caminhão passar Louco você lembra aquele trampo que eu usava pendurado no pescoço dizendo que era um símbolo da paz, Você sabe quem me deu, foi um hippie que morreu... Freud explique meu momento alucinante Os caminhos são bastante pra essa tal felicidade De mistérios e vaidades que se veste a ilusão Mas hippie, diga onde está o beatnik e um dos punks e skinheads, Heavy metal, heavy darks, moicanos, bichos grilos, Gangues de pichadores apareceram Se na vida tanta idéia e seitas, crenças, gangues e filosofias, Religiões de povo doido e oposições anarquistas, loucos sábios, Débios e sonhadores Estou aqui sentado na beira da estrada Fazendo uma fogueirinha Enrolando uma palhinha Escrevendo essas linhas Vendo o caminhão passar. Louco você lembra aquele trampo que eu usava pendurado no pescoço dizendo que era um símbolo da paz, Você sabe quem me deu, foi um hippie que morreu...

Vamos comer Caetano

Vamos comer Caetano

Vamos desfrutá-lo

Vamos comer Caetano

Vamos começá-lo

Vamos comer Caetano

Vamos devorá-lo

Degluti-lo, mastigá-lo

Vamos lamber a língua

Nós queremos bacalhau

A gente quer sardinha

O homem do pau-brasil

O homem da Paulinha

Pelado por bacantes

Num espetáculo

Banquete-ê-mo-nos

Ordem e orgia

Na super bacanal

Carne e carnaval

Pelo óbvio

Pelo incesto

Vamos comer Caetano

Pela frente

Pelo verso

Vamos comê-lo cru

Vamos comer Caetano

Vamos começá-lo

Vamos comer Caetano

Vamos revelarmo-nos

(Adriana Calcanhoto)

Colaboração: Raquel Nava

Isso é ANTROPOFAGIA!

Muitos me perguntam, porque eu tenho fixação pelo termo ANTROPOFAGIA. Estudando nessa tarde de segunda-feira, o conteúdo ARTE-EDUCAÇÃO do 4º período de PEDAGOGIA, me deparei com uma explicação que condiz com o termo que tanto dizem que tenho fixação.

Se lambuzem com esses parágrafos que antecedem a explicação de cultura de massa, cultura popular e cultura erudita e em especial a arte contemporânea.

"Muitos artistas eruditos se inspiram em temas populares, enquanto outros fazem referência a produtos da cultura de massa em seus trabalhos. Mas existem ainda artistas que fazem da combinação de culturas uma marca registrada do seu trabalho. O Grupo Galpão, que trabalha com teatro de rua desde sua fundação, em 1982, segue esta linha. Esse grupo mineiro trabalha com um repertório bastante eclético, que inclui comédias e tragédias clássicas, peças de autores contemporâneos consagrados, e também montagens coletivas sobre temas do cotidiano. Mas dentro desta diversidade existe um ponto comum, que é a linguagem popular e circense que caracteriza todas as suas montagens.

Romeu e Julieta é um dos espetáculos de maior sucesso do Galpão. Nesta montagem o grupo, dirigido por Gabriel Vilela, contextualizou a tragédia clássica de Shakespeare usando elementos da cultura popular brasileira. O cenário, os adereços e a música são adaptações do folclore, e a fala do narrador é inspirada na linguagem de Guimarães Rosa e do sertão de Minas. Para traduzir a velocidade dos acontecimentos da história e a angústia e o prazer dos jovens amantes, o grupo usou técnicas circenses. A combinação de uma história universal com elementos da cultura local produziu um resultado poético, capaz de agradar tanto o público heterogêneo da rua como a crítica especializada."

Globo Ciência deste sábado, 27, homenageia o educador Paulo Freire

Equipe fala com a esposa do mestre, Ana Maria Freire, em Recife.

Programa mostra projetos de alfabetização baseados no método de Paulo Freire (foto)

Neste sábado, 27, o Globo Ciência será dedicado a Paulo Freire. O programa vai a Curvelo, em Minas Gerais, para mostrar um projeto de alfabetização e inclusão baseado no método de Freire. O Globo Ciência é exibido pela Rede Globo, a partir das 6h30, logo após o Globo Educação.

O programa também vai a Recife, para conversar com a esposa do educador, Ana Maria Freire. Além disso, o Globo Ciência visita o Instituto Paulo Freire, em São Paulo. Lá, a equipe conversa com o diretor do local, Moacir Gadotti, sobre o método de alfabetização e suas aplicações.

Alexandre Henderson entrevista Ana Maria Freire

No Rio de Janeiro, o Globo Ciência entrevista a professora Eloiza da Silva Gomes de Oliveira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, que traça um panorama da educação no Brasil hoje. A série é dedicada a grandes cientistas brasileiros que marcaram a história da ciência no mundo. Já foram homenageados nomes como: Milton Santos, Johanna Doebereiner, Carlos Chagas, Cesar Lattes, Nise da Silveira, dentre outros. O Globo Ciência vai ao ar logo após o Globo Educação e é apresentado por Alexandre Henderson. Mais informações: http://www.futura.org.br/

"O Grande Ditador"

O discurso final do filme

"Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio nos aproximou. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem, um apelo à fraternidade universal, a união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora. Milhões de desesperados: homens, mulheres, criancinhas, vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que podem me ouvir eu digo: não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais, que vos desprezam, que vos escravizam, que arregimentam vossas vidas, que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos. Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão. Não sois máquina. Homens é que sois. E com o amor da humanidade em vossas almas. Não odieis. Só odeiam os que não se fazem amar, os que não se fazem amar e os inumanos.

Soldados! Não batalheis pela escravidão. Lutai pela liberdade. No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou grupo de homens, mas de todos os homens. Está em vós. Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas; o poder de criar felicidade. Vós o povo tendes o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo, um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam. Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão. Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e a prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos. Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam. Estamos saindo da treva para a luz. Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah. A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah. Ergue os olhos."

No Caminho com Maiakóvski

Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

Eduardo Alves da Costa

METAMUNDO

Caros leitores do Idéia Habitual tenho a honra de trazer-lhes a postagem de numero 100 do nosso blog. Sendo assim, escolhi algo da minha terrinha, uma terra distante, longe da civilização chamada UIbai, sertão nordestino!

Uma cidadezinha pacata, mas que tem grandes mentes. Como já lhes mostrei postagens sobre "O Boca do Inferno” (Jornal) e "Meia Sonata" (um escrito do meu grande amigo Junior Kuriu) trago-lhes agora a "METAMUNDO", uma grande banda formada por grandes amigos.

A METAMUNDO vem do Projeto Caatinga Oculta do grande Marlon Gomes (voz) que depois de algumas modificações virou a METAMUNDO que vos falo, tendo hoje como formação Marlon Gomes (voz), Jean Levi (guitarra), Henrique Gama (bateria) e Tarcisio Satel (baixo).

As letras de Marlon tratam de temas atuais como: política, relacionamentos, ser humano, mentira, existência e esse mundo que nos e sempre um enigma.

Já estive presente em varias apresentações da banda que por sinal faz um ótimo som, um som único e próprio. Um bom e velho rock n roll puro, sem interesses exteriores apenas o de tocar por prazer e dar a galera do Canabrava um puxão na mente, tentando fazer-lhes abrirem o olho e respirar um ar puro la fora! Enfim, a METAMUNDO, a meu ver e o que ha de melhor hoje em dia e merece por este meio ser conhecida mundo afora! Marlon que me desculpe, mas e o que eu penso! E isso ai galera! METAMUNDO, uma boa pedida do sertão nordestino, onde todos somos Severino, de morte igual... Pra quem desejar conhecer mais sobre a meta mundo, deixarei abaixo uma de suas musicas: "O Espetáculo" quem tem uma bela letra, fala do nosso mundo e os "palhaços" maldoso que nele habitam e querem fazer dele um mundo ainda pior! Um modo da METAMUNDO tentar fazer com que o pessoal se atente e não deixe isso acontecer!

Deixo também dois links, um da comunidade no Orkut e outro o blog da banda! Vejam, perguntem e ouçam a METAMUNDO! Marlon Gomes (Voz)

Jean Levi (Guitarra)

Henrique Gama (Bateria)

Tarcisio Satel (Baixo)

BLOG: http://br.geocities.com/metamundo.sitio/pub

COMUNIDADE: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=53272772

MITO DA CAVERNA, seria isso?

O que seria de nos, seres mortais se no cotidiano sempre decodificarmos os mesmos textos, as mesmas dificuldades com nossos familiares, por várias vezes discutíssemos os mesmos assuntos sociais com as mesmas pessoas? SERIAMOS SERES VEGETATIVOS EM UMA SOCIEDADE COM FOME ANIMAL!

EU SEI QUE VOU TE AMAR

Eu sei que vou te amar Por toda a minha vida, eu vou te amar Em cada despedida, eu vou te amar Desesperadamente Eu sei que vou te amar

E cada verso meu será

Pra te dizer que eu sei que vou te amar Por toda a minha vida Eu sei que vou chorar A cada ausência tua eu vou chorar Mas cada volta tua há de apagar O que esta ausência tua me causou Eu sei que vou sofrer A eterna desventura de viver À espera de viver ao lado teu Por toda a minha vida Composição: Tom Jobim/Vinicius de Moraes

CONSTRUÇÃO

Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão como um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou pra descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Todo Mundo Tem Algum Talento

Todo mundo tem algum talento em algum tempo,

Mas às vezes falta um pouco de movimento.

Sai do lugar, levanta daí, o que você sabe fazer

Faz falta por aí.

Se você sabe ler, leia.

Se você sabe cantar, cante.

Se você sabe ensinar, vender, pintar, curar, pedir, se levante.

Você pode simplesmente conversar com alguém.

Você pode orientar, alimentar também.

Tem alguém pertinho precisando do que você conhece

tão bem!

Então vem,

Faça parte!

Então vem,

Faça a sua parte.

Bota a mão na massa,

Não espere,

Vá e faça também.

Não te custa nada, ajudar é de graça.

Não guarde o seu talento no armário para as traças.

Chega de culpar o mundo, quando no fundo

A solução taí!

Autores: Sergio Valente e PC Bernardes

FAÇA PARTE OUÇA Cantores - Versão ROCK Badaui (CPM 22) Biana (Leela) Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) Egypcio (Tihuana) Nasi (Ira!) Rodrigo (Dead Fish) Rogério (Jota Quest) Supla

Músicas de idéias habituais que não podem deixar de serem ouvidas

- With a Little Help From My Friends The Beatles

Homem

Para você me educar você precisa me conhecer,

Precisa saber mais da minha vida,

Meu modo de viver e sobreviver;

Conhecer a fundo as coisas nas quais eu creio

e as quais me agarro nos momentos de solidão,

desespero, sofrimento.

Precisa saber e entender

As verdades, as pessoas e fatos, aos quais me agarro

Quando preciso ir além de mim mesmo,

Para você me educar

Precisa me encontrar lá onde eu existo

Quer dizer, no coração das coisas,

Nos mitos e nas lendas, nas cores e movimentos

Nas forças originais e fantásticas,

Na terra, nas estrelas,

Nas forças dos astros, do sol e da chuva.

Para você me educar

Você precisa estar comigo onde eu estou.

Mesmo que você venha de longe e que esteja muito adiante.

Só há um adiante para mim:

Aquele que eu construo e conquisto.

Só há uma forma de construí-lo:

A partir de mim mesmo e do meio em que vivo.

Para você me educar

Precisa compreender a cultura do contexto

Em que se dá meu crescimento.

Pois suas linhas de força são as minhas energias

Suas crenças e expectativas, são as que passam a construir

O meu medo e as minhas esperanças.

A educação que eu necessito

É aquela que faz mais eu

Que desperta, do mistério do meu ser,

As potencialidades adormecidas.

É uma educação que promove minha identidade pessoal.

Eu me educo fazendo cultura e nesse ato de geração cultural,

eu construo minha educação,

Conquisto o meu ser, na relação dialógica

Homem/Natureza.

Autor: Vital Didonet

Quem Sabe

Los Hermanos

Composição: Rodrigo Amarante

Quem sabe o que é ter e perder alguém

Quem sabe o que é ter e perder alguém

Quem sabe o que é ter e perder alguém

Sente a dor que senti

Quem sabe o que é ver quem se quer partir

E não ter pra onde ir

Faz tanta falta o teu amor, te esperar...

Não sei viver sem te ter

Não dá mais pra ser assim

Quem sabe o que é ter sem querer pra si

Não quer ver outro em mim

Não fala do que eu deveria ser

Pra ser alguém mais feliz

Faz tanta falta o teu amor e te esperar...

Não sei viver sem te ter

Não dá mais pra ser assim

Além Do Que Se Vê

Los Hermanos Composição: Marcelo Camelo Moça, olha só o que eu te escrevi É preciso força pra sonhar e perceber Que a estrada vai além do que se vê Sei que a tua solidão me dói E que é difícil ser feliz Mais do que somos todos nós Você supõe o céu... Sei que o vento que entortou a flor Passou também por nosso lar E foi você quem desviou Com golpes de pincel Eu sei, é o amor que ninguém mais vê Deixa eu ver a moça Toma o teu, voa mais Que o bloco da família vai atrás Põe mais um na mesa de jantar Porque hoje eu vou "praí" te ver E tira o som dessa TV Pra gente conversar Diz pro bamba usar o violão Pede pro Tico me esperar E avisa que eu só vou chegar No último vagão É bom te ver sorrir Deixa vir à moça Que eu também vou atrás E a banda diz: assim é que se faz!

As sem-razões do amor

Eu te amo porque te amo,

Não precisas ser amante,

e nem sempre sabes sê-lo.

Eu te amo porque te amo.

Amor é estado de graça

e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,

é semeado no vento,

na cachoeira, no eclipse.

Amor foge a dicionários

e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo

bastante ou demais a mim.

Porque amor não se troca,

não se conjuga nem se ama.

Porque amor é amor a nada,

feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,

e da morte vencedor,

por mais que o matem (e matam)

a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade

REFORMA ORTOGRÁGICA

O que os olhos não vêem, o coração não sente.

"Castelos de Areia"

UMA MENINA, Sorria para o mundo E na areia da praia escrevia palavras que somente ela as compreendia. Castelos de areia construía, a onda vinha... A onda vinha e desfazia, seus sonhos destruía. Destruía suas ilusões. Todavia ela não desistia e um outro castelo Construía. Em suas mãos ela trazia uma missão. Que somente o tempo mostraria, Mais um castelo surgia... Novamente a onda o destruía... Ela porém era forte, lutava, lutava... não poderia desistir. E não desistia, olhava para o mundo e mirava Seu futuro, e para mim sorria Mais um castelo nascia, e seu 'EU" de criança era mais forte. As mãos da criança traziam sonhos, ilusões E novamente a onda vinha agora mais forte, Levava mais um outro castelo... E em dois olhinhos agora uma lágrima vertia Minha pobre ... Em minha mente vinha... A praia... A onda... A menina... A menina, criança, agora deixa de ser adorável criança para ser adolescente, ela sangra, marcas de novas esperanças Adolescente, deixa seus castelos, se firma numa rocha. Passa a ser desejada. Dentro de si outro ser, uma vida... Mais uma outra, quem sabe, menina... Com outra desta mais bela missão.

Cláudia M de Mello

"Meus Oito Anos"

Oh que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras, A sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais. Como são belos os dias Do despontar da existência Respira a alma inocência, Como perfume a flor; O mar é lago sereno, O céu um manto azulado, O mundo um sonho dourado, A vida um hino de amor ! Que auroras, que sol, que vida Que noites de melodia, Naquela doce alegria, Naquele ingênuo folgar O céu bordado de estrelas, A terra de aromas cheia, As ondas beijando a areia E a lua beijando o mar ! Oh dias de minha infância, Oh meu céu de primavera ! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delicias De minha mãe as carícias E beijos de minha, irmã ! Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Pés descalços, braços nus, Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras Das borboletas azuis! Naqueles tempos ditosos Ia colher as pitangas, Trepava a tirar as mangas Brincava beira do mar! Rezava as Ave Marias, Achava o céu sempre lindo Adormecia sorrindo E despertava a cantar ! Oh que saudades que tenho Da aurora da minha vida Da, minha infância querida Que os anos não trazem mais Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras, A sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais!

Casimiro de Abreu

Concurso Cultural "Eu sou Diferente"

Para participar crie uma frase, um vídeo ou uma fotografia que descreva um fato e mostre que você é diferente. Os prêmios são: 1°lugar-TV LG Plasma 32" ; 2°lugar-Notebook Dell Inspiron 1525 e 3°lugar-Câmera Digital Sony Cyber-Shot . Inscrições até 10 de Dezembro de 2008.

Participe!

Concurso Cultural “Quem acreditou em mim?”

Para participar faça o cadastro e conte a sua história respondendo: "Qual é a pessoa que mais deu crédito para você até hoje?" pode ser um parente, um amigo, um professor.... quem mais acreditou e incentivou você até agora? O autor das 3 melhores história receberão: 1°Lugar- R$60.000,00 2°Lugar- R$30.000,00 3°Lugar- R$10.000,00 em certificados de ouro. Inscrições até 31 de Outubro de 2008.

"Só"

Não fui, na infância, como os outro se nunca vi como outros viam. Minhas paixões eu não podia tirar de fonte igual à deles; E era outra a origem da tristeza, e era outro o canto, que acordava o coração para a alegria. Tudo o que amei, amei sozinho. Assim, na minha infância, na alva da tormentosa vida, ergueu-se, no bem, no mal, de cada abismo, a encadear-me, o meu mistério. Veio dos rios, veio da fonte, da rubra escarpa da montanha, do sol, que todo me envolvia em outonais clarões dourados; e dos relâmpagos vermelhos que o céu inteiro incendiavam; e do trovão, da tempestade, daquela nuvem que se alteava, só, no amplo azul do céu puríssimo, como um demônio, ante meus olhos. (Edgar Allan Poe)