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domingo, 4 de janeiro de 2009

MITO DA CAVERNA, seria isso?

O que seria de nos, seres mortais se no cotidiano sempre decodificarmos os mesmos textos, as mesmas dificuldades com nossos familiares, por várias vezes discutíssemos os mesmos assuntos sociais com as mesmas pessoas? SERIAMOS SERES VEGETATIVOS EM UMA SOCIEDADE COM FOME ANIMAL!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

EU SEI QUE VOU TE AMAR

Eu sei que vou te amar Por toda a minha vida, eu vou te amar Em cada despedida, eu vou te amar Desesperadamente Eu sei que vou te amar

E cada verso meu será

Pra te dizer que eu sei que vou te amar Por toda a minha vida Eu sei que vou chorar A cada ausência tua eu vou chorar Mas cada volta tua há de apagar O que esta ausência tua me causou Eu sei que vou sofrer A eterna desventura de viver À espera de viver ao lado teu Por toda a minha vida Composição: Tom Jobim/Vinicius de Moraes

CONSTRUÇÃO

Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido

Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima

Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música

E tropeçou no céu como se fosse um bêbado

E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão como um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público

Morreu na contramão atrapalhando o tráfego

Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a única

E cada filho seu como se fosse o pródigo

E atravessou a rua com seu passo bêbado

Subiu a construção como se fosse sólido

Ergueu no patamar quatro paredes mágicas

Tijolo com tijolo num desenho lógico

Seus olhos embotados de cimento e tráfego

Sentou pra descansar como se fosse um príncipe

Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo

Bebeu e soluçou como se fosse máquina

Dançou e gargalhou como se fosse o próximo

E tropeçou no céu como se ouvisse música

E flutuou no ar como se fosse sábado

E se acabou no chão feito um pacote tímido

Agonizou no meio do passeio náufrago

Morreu na contramão atrapalhando o público

Amou daquela vez como se fosse máquina

Beijou sua mulher como se fosse lógico

Ergueu no patamar quatro paredes flácidas

Sentou pra descansar como se fosse um pássaro

E flutuou no ar como se fosse um príncipe

E se acabou no chão feito um pacote bêbado

Morreu na contramão atrapalhando o sábado

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Todo Mundo Tem Algum Talento

Todo mundo tem algum talento em algum tempo,

Mas às vezes falta um pouco de movimento.

Sai do lugar, levanta daí, o que você sabe fazer

Faz falta por aí.

Se você sabe ler, leia.

Se você sabe cantar, cante.

Se você sabe ensinar, vender, pintar, curar, pedir, se levante.

Você pode simplesmente conversar com alguém.

Você pode orientar, alimentar também.

Tem alguém pertinho precisando do que você conhece

tão bem!

Então vem,

Faça parte!

Então vem,

Faça a sua parte.

Bota a mão na massa,

Não espere,

Vá e faça também.

Não te custa nada, ajudar é de graça.

Não guarde o seu talento no armário para as traças.

Chega de culpar o mundo, quando no fundo

A solução taí!

Autores: Sergio Valente e PC Bernardes

FAÇA PARTE OUÇA Cantores - Versão ROCK Badaui (CPM 22) Biana (Leela) Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) Egypcio (Tihuana) Nasi (Ira!) Rodrigo (Dead Fish) Rogério (Jota Quest) Supla

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Músicas de idéias habituais que não podem deixar de serem ouvidas

- With a Little Help From My Friends The Beatles

Homem

Para você me educar você precisa me conhecer,

Precisa saber mais da minha vida,

Meu modo de viver e sobreviver;

Conhecer a fundo as coisas nas quais eu creio

e as quais me agarro nos momentos de solidão,

desespero, sofrimento.

Precisa saber e entender

As verdades, as pessoas e fatos, aos quais me agarro

Quando preciso ir além de mim mesmo,

Para você me educar

Precisa me encontrar lá onde eu existo

Quer dizer, no coração das coisas,

Nos mitos e nas lendas, nas cores e movimentos

Nas forças originais e fantásticas,

Na terra, nas estrelas,

Nas forças dos astros, do sol e da chuva.

Para você me educar

Você precisa estar comigo onde eu estou.

Mesmo que você venha de longe e que esteja muito adiante.

Só há um adiante para mim:

Aquele que eu construo e conquisto.

Só há uma forma de construí-lo:

A partir de mim mesmo e do meio em que vivo.

Para você me educar

Precisa compreender a cultura do contexto

Em que se dá meu crescimento.

Pois suas linhas de força são as minhas energias

Suas crenças e expectativas, são as que passam a construir

O meu medo e as minhas esperanças.

A educação que eu necessito

É aquela que faz mais eu

Que desperta, do mistério do meu ser,

As potencialidades adormecidas.

É uma educação que promove minha identidade pessoal.

Eu me educo fazendo cultura e nesse ato de geração cultural,

eu construo minha educação,

Conquisto o meu ser, na relação dialógica

Homem/Natureza.

Autor: Vital Didonet